sábado, 31 de maio de 2014

Presente


Foto: Waldir C. Marinho

E mesmo em tão áridos momentos
Oferta-me
Bela flor

Embora tais vãos sentimentos
Permite-me
O amor

E sem qualquer merecimento
Alcança-me
Senhor





P.S.: Em um momento um tanto atribulado, mente dispersa, confusa, problemas, de repente observo por entre as rachaduras no piso de um estacionamento uma flor, vencendo barreiras ao se desenvolver em meio ao caos. Atingiu-me em ternura e me fez refletir que aquela bela visão que pude perceber e valorizar mesmo imerso em uma situação mental problemática, trazendo-me um pouco de paz, era em si mesma semelhante à própria existência da flor naquele chão sujo; um oásis, beleza no meio da confusão. Foi como, num dia triste, receber um inesperado presente. Sentindo-me assim grato por ser alcançado desta forma, veio-me esta poesia. A foto que ilustra o texto registrei no exato momento relatado acima.



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ontem


Ontem, domingo à tarde, depois de almoçar fora passei rápido em casa para pegar umas coisas e sair novamente. Minha filha estava comigo e quis descansar um pouco enquanto eu me aprontava. 
Na hora de sair vi que ela estava deitada em sua cama com os olhos fechados. 
Fiz-lhe um carinho dizendo que era hora de ir, e ela me disse estas palavras: 
- Pai, eu me lembro que uma vez eu estava lá no colégio Primeiro Mundo vendo um filme enquanto te aguardava para ir pra casa, e quando você chegou eu fingi que estava dormindo. Aí você me pegou no colo e disse 'Não sabia que alguém dormindo sorria assim', e aí eu comecei a rir e abri os olhos, você lembra disso Pai? 
Após ela dizer isso eu confirmei que sim, eu lembrava, dei-lhe vários beijos, e fiz um gesto como se fosse pegá-la no colo novamente. Ela sorriu, trocamos olhares, nos abraçamos, foi um momento bonito. Na lembrança que teve da época do colégio ela era bem pequenina, uns 4 aninhos. Hoje está com 15, uma moça linda.
Eu lembrei, de fato, de tudo o que ela disse, tenho pensado muito nisso desde ontem. Não apenas imagens distantes afloraram, mas sentimentos, saudades.
Agora reflito, quem sabe ao se deitar em sua cama, neste domingo, com os olhos fechados, minha filha imaginou-se pequenininha novamente. Talvez quisesse ter 4 aninhos de novo, brincando, sorrindo, no colo do papai. 
Difícil explicar o que sinto agora.
Hoje pela manhã, durante minha oração matinal, caí totalmente em mim.
Chorei, chorei, chorei. 






sexta-feira, 18 de abril de 2014

O campanário


Foto: Waldir C. Marinho

Aqui estou na praça central de uma pequena cidade do interior de São Paulo. Oito horas da noite, domingo de carnaval. 
Muitas pessoas, em grupos, conversam, riem, algumas dançam, ao som alto que chega de um palco próximo. Defronte ao palco a maior aglomeração. Músicas tocam, os últimos modismos musicais, destes que volta e meia atingem o país inteiro. Vejo várias pessoas se movimentando em uma mesma dança, uma espécie de coreografia, como ocorre com tantas músicas hoje em dia. Chego a ver até uma criança de menos de cinco anos de idade imitando a tal dança, com insinuações sexuais, imaginem, e os adultos à volta da criança estimulando tal coisa, rindo muito. Pessoas bebem álcool, e como bebem. Bebem e bebem, por toda a parte. Imagino que além de álcool outras coisas menos recomendáveis também estejam sendo usadas, vai saber. Em dado momento passa um bloco carnavalesco, som altíssimo, instrumentos típicos, passistas, fantasias, carro de som, à frente algumas pessoas sambando no asfalto, seminuas. Música, festa, dança, paquera, barulho. Pessoas agindo de forma desrespeitosa para com o próximo, atitudes de leviandade, despudor, irresponsabilidade, etc.
Reflexivo, calado, observo tudo o que ocorre em meu entorno ali nesta praça. No carnaval parece que surge uma espécie de regra social, todos devem ficar "felizes". Algum tipo de euforia contagiosa parece atingir a todos. As pessoas são contaminadas por tal movimento, motivadas por valores estranhos, algo a meu ver fútil, superficial, efêmero. No meu entender o que todos sentem é muito distante da real felicidade. Ilusão. 
Por vezes tenho uma sensação, nem sei explicar bem, de desconexão com o que vejo à minha volta. Neste carnaval, ali nesta praça, no interior de São Paulo, este sentimento fica exacerbado. Tantas coisas incompreensíveis para mim são valorizadas pelas outras pessoas, ao extremo. Ao observar estas pessoas sou atingido por esta sensação. 
Desconexão. 
Pareço não pertencer a este lugar. 
Em meio a tanta gente, sinto certa... solidão.
De repente, por algum motivo, tenho o ímpeto de desviar o olhar daquilo tudo, olho mais para o alto e tenho uma visão diferenciada. Por sobre as copas das árvores da praça vejo o campanário de uma igreja próxima. E na parte mais alta da torre, contrastando com o céu noturno, uma bela e iluminada cruz. 
A cruz de Jesus.
Observo por alguns instantes aquela imagem, bela imagem, que me traz paz.
A visão do campanário me faz, aos poucos, sentir-me melhor.
Logo estou, timidamente, sorrindo.
Durante o tempo em que permaneço na praça por algumas vezes procuro aquela linda vista, o campanário iluminado.
Meu íntimo se modifica, vou ficando mais paciente, mais calmo.
Mais consciente de outras coisas que não havia ainda percebido.
Também há beleza nesta praça.
Pessoas amigas, em atitudes de confraternização.
Lindas árvores.
Idosos.
Crianças brincando.
Alegria, sincera, simples, inocente.
Sorrisos.
A sensação de desconexão vai gradativamente findando.
Aos poucos vou conseguindo absorver o que há de melhor nestes momentos, também bons momentos, e eu estou junto a pessoas muito queridas, que merecem a minha plena, generosa, companhia.
Começo, enfim, a conseguir também me divertir.
E, afinal, a minha presença neste local, que abriga coisas boas e também coisas não tão boas, não deve ser à toa.
Se aqui estou nesta praça certamente é porque sou parte integrante dela.
É exatamente onde eu devo estar.
Acima, só o campanário e sua cruz.
Acima, só mesmo Jesus.




P.S.: Ao aproximar-me da igreja pude registrar esta foto que ilustra o texto.





sábado, 15 de março de 2014

Quinto ano!


Foto: Waldir C. Marinho

Pois é, entramos no quinto ano do blog. 

E justamente quando chega o quinto ano acabei por dar uma pausa como nunca ocorreu antes. Desde novembro de 2013 eu não publicava nada por aqui. Será que alguém notou? Acho que não, rs. Bem, eu notei, e fiquei incomodado com isso. Creio que passei por algum tipo de crise criativa. Que crise que nada, não foi algo tão pretensioso assim, esse tipo de coisa é para escritores de verdade, rs.

Mas o fato é que, por uma série de circunstâncias, parei de postar no blog. Detesto alegar falta de tempo, o correto é afirmar que priorizei outras coisas. Mas não posso fazer mais isso, parar como parei por tanto tempo, pois adoro escrever, me faz muito bem, e eu quero acreditar que isso também pode fazer bem a outras pessoas.

Este espaço aqui começou, em 2010, como um registro de minhas impressões da vida, um desabafo, um divã. E agora, depois de tanto tempo, os textos refletem... minhas impressões da vida, desabafo, divã. Rs. Não há como ser diferente. Pois é, quem escreve sabe, escrevemos para os outros ao escrever para nós mesmos.

Foram inúmeros textos, mais de 13 mil acessos, só tenho a te agradecer. Muito obrigado, caro amigo, cara amiga, por me ler. Muito obrigado mesmo, de coração.

Quero, agora, aproveitar este nosso canal, já que me brindou com a honra ler este texto até aqui, para tomar a liberdade de te fazer um pedido. Permite? Peço que, quando resolver conceder-me o prazer de ler o que escrevo aqui neste blog, dê sua opinião, ok? Claro, quando tiver tempo. Pode ser comentando no próprio blog, pode ser comentando no link do Facebook, curtindo o link, compartilhando, ou de qualquer outra forma. Peço isso pois é muito gratificante receber opiniões sobre o que escrevo, ter um feedback, isto me motiva a escrever mais. Quando puder dar sua opinião ficarei muito grato. Obrigado!

Pois bem, tenho coisas a relatar, prosseguirei.

No próximo mês postarei novidades.

Até lá!






sábado, 9 de novembro de 2013

Eternidade

Foto: Waldir C. Marinho

Estava eu à entrada de um cliente lá na capital do Piauí. Tratava-se de hospital público, era início da manhã e o local estava repleto, um entra e sai de pessoas, em maioria humildes. Abordou-me um rapaz cabeludo, vestes simples, provavelmente um morador de rua, nem sei. Pediu minha atenção de forma cortês mas um tanto na defensiva, e o curioso é que ele começou a contar uma história tão longa e complicada que ele mesmo se perdia nos detalhes. Seu jeito de contar era um pouco engraçado. Em dado momento, talvez por conta de minha expressão e meu sorriso, ele resolveu mudar o tom: "Bem, resumindo, estou precisando de ajuda". Não tive como conter um sorriso ainda mais franco. Perguntei o que precisava, ele disse que estava com fome. Havia uma lanchonete próxima e eu falei para ele escolher um lanche. Entrou na lanchonete, um pouco receoso, me apontando aos funcionários como que me usando como garantia para não ser expulso, coitado. Escolheu dois salgados enormes, gordurosos, e me perguntou humilde se podia pegar um refrigerante. Eu respondi, sorrindo, claro que sim. Ele pegou uma Fanta Laranja de um litro, rs, isso às oito da manhã. Paguei a conta, saímos da lanchonete e conversamos mais um pouco. Ele ficou tão feliz, eu também, ficou me explicando o quanto era maltratado, ninguém o ajudava, etc. Em certo momento perguntou se eu era doutor, rs. No final da nossa conversa ocorreu o fato mais marcante, ele, olhando em meu rosto, calmo, sério, disse estas palavras: "Quem sabe no futuro eu também possa te ajudar". Ele tinha barba e cabelos longos, lembrou-me Jesus. Olhei em seus olhos brilhantes, refleti, e vagarosamente assenti, pensando na eternidade.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Efemeridades


Foto: Waldir C. Marinho

Um estalar de dedos, e fim. 
Efêmero, como a palavra já diz, pronto, passou. 
Acabou. 
Pelo suposto prazer de um único momento troca-se o respeito, a dignidade, o caráter, a família, troca-se uma vida.
Satisfação ilusória.
Sensações, apenas, inferiores. 
Desprezíveis.
Ínfimas.
Menores.
Finitas.
O que é eterno é trocado pelo presente instante, que passa, e nada resta. 
Aliás, resta sim, o remorso, a culpa.
Porque será que continuamos assim, preferindo o superficial, o passageiro?
Porque?
Porque não escolhemos a eternidade?
Eterna é a caridade. 
Eterna é a atitude de amparar um irmão. 
Ser eterno é abrir mão de si e ajudar a alguém.
Eterno é doar-se.
É perdoar.
É não esperar nada em retorno.
A eternidade está em respeitar a família, a esposa, o marido, os filhos, o pai, a mãe, o amigo, o irmão.
O próximo.
Ser eterno é resistir ao convite do erro, e persistir no bem.
Eterno é o amor.
É Deus. 
No entanto insistimos, continuamos preferindo, as meras efemeridades. 
Mas trata-se de uma escolha. 
Agora mesmo você pode fazer a sua. 
Eu também.




domingo, 29 de setembro de 2013

Felicidade


Foto: Vítor Thomaz

Vi outro dia numa novela uma cena que me deixou um tanto pensativo. Uma personagem comentava sobre uma amiga que já não era jovem e, ainda virgem, naquela noite estava com a perspectiva de ter sua primeira experiência sexual. Então a personagem, a respeito do fato inédito que poderia ocorrer com a tal amiga, falava algo do tipo: Neste momento fulana já pode ter tido sua primeira relação, agora mesmo ela já pode saber o que é ser feliz. Falou isso dando ênfase nas palavras 'ser feliz'. Segundo a ótica da personagem da novela, portanto, o sexo foi traduzido como sinônimo de felicidade, opinião que, creio, encontra eco em grande parte da audiência.

Quando eu testemunho alguma coisa deste tipo eu penso cá com meus botões, acho que nasci no mundo errado. Ou então nasci errado no mundo. Porque pra mim felicidade é uma coisa totalmente diferente. Tal tipo de comparação, para mim, é o mesmo que, sei lá, comparar pedra com água. Mas pensando bem, sendo totalmente sincero, quem sou eu para julgar aqueles que concordam com a opinião da personagem da novela, se me rendo a tais efemeridades, e as aprecio? Será por este motivo que a opinião da personagem tanto me tenha incomodado? Talvez. Nasci no lugar certo, e no tempo certo, então.

Mas é que nos meus pensamentos mais íntimos tenho opinião bem diversa, ser feliz pra mim é outra coisa. Para mim felicidade é algo próximo de ter... paz. Paz de espírito. É colocar a cabeça no travesseiro, tendo a consciência tranquila, e adormecer, em paz. Algo assim. Ser feliz é ter amor. É amar, incondicionalmente. É desfrutar de um poente silencioso e... calar... em devoção. É ter os olhos úmidos, quando em oração. Pra mim a felicidade real está associada à proximidade com o Pai, com Deus. Algo talvez utópico, ainda. Uma realidade da qual não faço parte na plenitude, não agora, tenho apenas vislumbres, breves, lindos, de tal sensação.

Certa vez li um texto a este respeito que muito me marcou. Esse texto considerava que, no nosso planeta, neste atual momento, a felicidade é algo praticamente impossível porque de fato nós não podemos realmente nos sentirmos felizes, verdadeiramente felizes, enquanto tivermos, ao nosso lado, um irmão que não é. Segundo o autor do texto, então, seria muito egoísmo, e seria algo falso, hipócrita, ilusório, alguém considerar-se plenamente feliz enquanto há pessoas no mundo ainda vivendo na miséria, passando necessidades, fome, doenças, enquanto há pessoas vivendo na mais profunda tristeza. Foi o que o autor do texto enfatizou. E, refletindo bastante, há muita lógica nisso, tenho que concordar. 

A felicidade completa, verdadeira, permanente, parece algo ainda a ser alcançado. Mas, um dia, acontecerá. Eu creio. Luz, divina, no horizonte.




sábado, 24 de agosto de 2013

Uma canção


Foto: Waldir C. Marinho


Primeiras notas de uma canção, antiga, tocante. Pegou-me de surpresa. Despertou-me expressivo silêncio. Algo inexplicável. Lembrou-me do que eu era quando a ouvia há muito, muito tempo. Não o que sou, mas o que deixei de ser, e a melodia me evoca este profundo sentir. O que a canção, em suaves tons, me retorna é outro alguém, outro eu, que ficou para trás. Há quantos anos, nem sei. Como posso ter deixado de ser? Garoto, isso o que eu era, um garoto. Mas onde estará este que se foi? Se perdido foi, como é que ora me retorna, me irrompe assim no peito e me extravasa os olhos? Quem agora chora, serei eu, ele? Será o garoto a me recordar o que fui, me resgatando em forte comoção, em meio a esta canção? Ah, pára, encerra, finda, não me traz este desconforto, esta saudade de mim mesmo. Como é possível sentir algo assim?

Ouço as notas da canção, que me promove esta revolução interior. Ah, o que fui! No que terei me tornado? Fujo do reflexo de agora, prefiro o garoto de outrora, ah, por favor, volte! Quero ser eu, você, novamente! Há tanto tempo... O tempo, o que me trouxe? O que? Muitas coisas, muitas. Inúmeros momentos, diversos, plurais, por todos estes anos, que me conduziram ao que sou, esse alguém cujo peito agora aperta em meio às notas do passado. Esta falta que agora sinto do que passou, por que será, o que terei perdido? Inocência, paz? Será isso o que a canção me faz sentir, falta de ser mais puro, mais leve? Falta de ser menos complexo, menos culpado? Falta de ser mais feliz?

A canção continua, saudosa e incômoda, mas... belíssima. Agora percebo, há também algumas notas, lindas notas, de esperança. Houve perdas, mas ganhos, inúmeros. Enfim, cresci. Amadureci. Envelheci. Aprendi. Passei por dissabores, mas sorrisos. Lágrimas melancólicas, e de alegria. Houve sofrer, mas amar. Adquiri marcas, físicas, e marcas n'alma. Pessoas conheci, caminhos trilhei, impressões deixei, tanto senti. Estarei melhor, agora? Pois sim, eu creio. 

Ah, a canção, que não pára, em meu peito. Por favor não pare! Ainda aqui está, o garoto, acaba de provar que nunca se foi, sempre esteve comigo. Mostrou-se e transbordou-me em pranto, através desta bela canção. As lágrimas são as mesmas, este ainda sou eu. Afinal o que serei, além desta singela, sensível, intensa, emoção? 




domingo, 21 de julho de 2013

Essência

Foto: Waldir C. Marinho

São inúmeras histórias, belíssimas, 
mas talvez você entenda que não é urgente lê-las todas.

São milhares de palavras, necessárias, 
mas pode ser que prefira escolher apenas uma.

São tantos personagens, importantes, 
mas quem sabe queira seguir o exemplo de um só.

Leia o evangelho. Escolha o amor. Siga a Jesus.




sexta-feira, 10 de maio de 2013

Simples solução


Foto: Tatiana Girotto


Ouvi falar que um sábio indiano disse certa vez que se todos os livros da humanidade fossem destruídos, e sobrasse apenas o Sermão da Montanha, ainda assim nada estaria perdido. Concordo com ele, o texto citado é parte importantíssima da Bíblia e lá estão alguns dos mais belos, e fundamentais, ensinamentos de Jesus. 

Tomo a liberdade de, seguindo esta idéia, simplificar mais. Quero escolher apenas uma frase.

Vivemos dias em que valorizamos demais detalhes fúteis, a cor da camisa que eu visto parece ser mais importante que a minha própria conduta moral. Perdemos tempo com discussões sem fim que não levam a quase nada, quando na verdade não conseguimos ainda cumprir a essência, que nos foi apresentada há mais de 2 mil anos.

Disse Jesus: "Amarás ao próximo como a ti mesmo". Quem sou eu para discordar dele. Devo fazer aos outros aquilo que gostaria que fizessem a mim, não devo fazer aos outros o que não gostaria que fizessem a mim. Simples assim, basta que todos nós obedeçamos ao que o mestre ensinou.

Na frase de Jesus a solução para todos os problemas do ser humano, absolutamente todos.